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Governo estuda medida provisória para garantir registros a médicos estrangeiros
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Dilma
encomendou proposta após se irritar com relutância dos conselhos de
medicina em fornecer registros para participantes do programa Mais
Médicos
O governo estuda a edição de uma nova Medida Provisória
com o objetivo de retirar do Conselho Federal de Medicina (CFM) e dos
conselhos regionais a atribuição de emitir os registros para que médicos
estrangeiros possam atuar no país.
O objetivo da presidente Dilma Rousseff é fazer com que a
implantação do programa Mais Médicos não dependa das entidades
representantes da classe médica que, na avaliação do governo, têm
dificultado a concessão dos registros.
Uma proposta de texto para a medida provisória foi
encomendada pela presidente há cerca de 15 dias. Segundo interlocutores,
ela ficou irritada com a série de embates na Justiça que o governo tem
sido obrigado a enfrentar nos estados. Agência Brasil
Profissionais participam do Mais Médicos
Além disso, também incomodou a presidente o desrespeito dos conselhos de medicina com o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU)
, também referendado por ela, com o entendimento de que as entidades não
poderiam exigir dos participantes do Mais Médicos documentos extras,
como revalidação do diploma, para a expedição do registro provisório.
De acordo com fontes do governo, nesta semana, o
próprio Ministério da Saúde se encarregou de avisar aos conselhos sobre
a intenção de retirar a atribuição de emissão do registro, caso não
houvesse colaboração desses órgãos.
O entendimento do governo é de que a atribuição
de emissão do registro é uma delegação e, portanto, passível de ser
retirada pelo governo. Sem isso, caberia aos conselhos apenas a função
de fiscalizar o exercício da profissão no país.
O governo se inspira em modelos que foram adotados no
Canadá e na Austrália, países que também importam médicos e que tiveram
que enfrentar a questão dos registros em seus programas.
A MP também é vista como uma forma de evitar a avalanche
de novos pedidos de liminares que poderão chegar à Justiça, em função da
nova leva de médicos cubanos e de outros países, que começou a chegar
nesta segunda-feira ao Brasil. Mais 2 mil médicos cubanos entrarão no
país nesta nova etapa do programa.
A preparação da MP ocorre paralelamente à votação do
relatório final do deputado Rogério Carvalho (PT-SE) na comissão
especial que trata do programa Mais Médicos na Câmara. A apreciação está
marcada para esta terça-feira. O relator aceitou incluir no texto o
dispositivo que dá ao Ministério da Saúde a atribuição de emitir os
registros para que os médicos possam trabalhar no Brasil.
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