Rastrear o parceiro com o novo software viola a intimidade e pode gerar responsabilidade penal e civil, além de ser banal e paranóico
Publicado por Empório do Direito Por Alexandre Morais da Rosa e Fernanda Sell de Souto Goulart Fernandes - 22/08/2015 Saber, exatamente, onde está seu filho, parceiro ou parente parecia um sonho impossível para muitos paranóicos de plantão. Em nome do monitoramento de segurança, “para o próprio bem do monitorado”, surgiu recentemente a possibilidade de se instalar um software no celular que garantiria o rastreamento do alvo. Não se trata de novidade, dado o projeto Echelon, a rede de espionagem planetária, mas com efeitos nos relacionamentos privados.