Exportações de grãos vão fechar 2013 batendo recorde em Santarém
O porto de Santarém,
oeste do Pará, tem uma localização estratégica para o escoamento de
grãos para destinos como a Europa, Ásia e América do Norte. Por ser uma
opção vantajosa, que reduz tempo e gastos em comparação aos portos de
Santos (SP) e Paranaguá (PR), o volume de exportações tem apresentado
crescimento nos últimos anos.
Para o diretor da unidade de Grãos e Processamento de Soja da Cargill, Paulo Sousa, a expectativa é de que 2 milhões de toneladas de grãos, entre soja e milho, sejam exportadas, por Santarém, até o final deste ano.
Segundo o diretor da unidade, com esses números, Santarém deve representar 3,5% da exportação brasileira de soja e milho neste ano, considerando que as exportações do país combinadas entre os grãos devem alcançar algo em torno de 65 milhões de toneladas.
Até novembro de 2013, a multinacional exportou aproximadamente 1,7 milhão de toneladas de grãos, sendo 996 mil toneladas de soja e 704 mil toneladas de milho. Do total, 95% foram produzidos no Mato Grosso e 5% por produtores locais. Em 2012, foram exportadas 873 mil toneladas de soja e 381 mil toneladas de milho, totalizando 1,254 milhão de toneladas. Desse total, 90% vieram do Mato Grosso e 10% de produtores locais.
O porto de Santarém está localizado na margem direita do rio Tapajós. Desde a implantação da Cargill no município, em 2003, 11 milhões de toneladas de grãos já foram embarcadas no local. Os dados mostram que o volume de exportações pelo porto tem crescido anualmente, aumentando o destaque da região no cenário nacional como alternativa para o escoamento dos grãos do Centro-Oeste do país.
A meta para 2014 é manter o volume de exportações em 2 milhões de toneladas de grãos, que é a capacidade máxima do terminal.
Ampliação
A Cargill vai ampliar o terminal graneleiro de Santarém. A capacidade de exportação passará para 5 milhões de toneladas ao ano. A previsão é que as obras estejam prontas até o primeiro trimestre de 2015. Em Itaituba, no sudoeste do Pará, a Estação de Transbordo de Cargas de Miritituba também passara por ampliação. Os grãos exportados pelo porto de Miritituba são escoamento pela hidrovia Tapajós-Amazonas. O investimento nos dois projetos é de US$ 170 milhões.
Para o diretor da unidade de Grãos e Processamento de Soja da Cargill, Paulo Sousa, a expectativa é de que 2 milhões de toneladas de grãos, entre soja e milho, sejam exportadas, por Santarém, até o final deste ano.
Segundo o diretor da unidade, com esses números, Santarém deve representar 3,5% da exportação brasileira de soja e milho neste ano, considerando que as exportações do país combinadas entre os grãos devem alcançar algo em torno de 65 milhões de toneladas.
Até novembro de 2013, a multinacional exportou aproximadamente 1,7 milhão de toneladas de grãos, sendo 996 mil toneladas de soja e 704 mil toneladas de milho. Do total, 95% foram produzidos no Mato Grosso e 5% por produtores locais. Em 2012, foram exportadas 873 mil toneladas de soja e 381 mil toneladas de milho, totalizando 1,254 milhão de toneladas. Desse total, 90% vieram do Mato Grosso e 10% de produtores locais.
O porto de Santarém está localizado na margem direita do rio Tapajós. Desde a implantação da Cargill no município, em 2003, 11 milhões de toneladas de grãos já foram embarcadas no local. Os dados mostram que o volume de exportações pelo porto tem crescido anualmente, aumentando o destaque da região no cenário nacional como alternativa para o escoamento dos grãos do Centro-Oeste do país.
A meta para 2014 é manter o volume de exportações em 2 milhões de toneladas de grãos, que é a capacidade máxima do terminal.
Ampliação
A Cargill vai ampliar o terminal graneleiro de Santarém. A capacidade de exportação passará para 5 milhões de toneladas ao ano. A previsão é que as obras estejam prontas até o primeiro trimestre de 2015. Em Itaituba, no sudoeste do Pará, a Estação de Transbordo de Cargas de Miritituba também passara por ampliação. Os grãos exportados pelo porto de Miritituba são escoamento pela hidrovia Tapajós-Amazonas. O investimento nos dois projetos é de US$ 170 milhões.
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