Segurança na BR-316 é tema de debate entre órgãos públicos e MPF


Os primeiros 20 quilômetros da rodovia Br-316 irão receber reforço na fiscalização da PRF (Foto: Fábio Costa/ O Liberal)
Representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (DNIT), Agência de Mobilidade Urbana de Belém (AMUB – antiga CTBEL), prefeitura e câmara de vereadores de Ananindeua, prefeituras de Marituba e Benevides e Ministério Público do Estado do Pará debatem nesta segunda-feira (25), na sede do Ministério Público Federal (MPF), em Belém, a segurança e a trafegabilidade na rodovia BR-316.

Entre as questões discutidas estão o número de acidentes registrados, fluxo de trânsito ao  longo da rodovia, assim como a instalação de radares, lombadas eletrônicas e faixa de pedestres.

Aos órgãos técnicos, como DNIT e PRF, o procurador da República Alan Rogério Mansur Silva solicitou que apresentem na reunião dados de estudo que baseou a quilometragem e os espaços para instalação dos equipamentos de segurança e também sobre o número de acidentes.
Perigo na pista
Segundo estudos da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), até 2011 o trecho urbano da BR-316, que vai do km 0 ao 10, era considerado o trecho rodoviário mais perigoso do país, com os maiores índices de acidentes, feridos e mortos.
No ano passado, o MPF cobrou na Justiça que o DNIT tomasse providências urgentes para diminuir o número de acidentes no local. Em 2013, os estudos apontaram que o trecho caiu para a 10ª posição no ranking de acidentes.

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