Falta de estrutura compromete ações do CCZ


Falta de estrutura compromete ações do CCZ
As ações de combate às doenças realizadas pelo Centro de Controle Zoonoses (CCZ) em Santarém estão esbarrando em problemas de estrutura. Após a morte de uma criança de sete meses, vítima de calazar, o órgão tenta aumentar as fiscalizações, mas de acordo com a direção, os serviços estão comprometidos.


As grades do canil estão enferrujadas e o lugar não tem piso adequado. Dois veículos utilizados nas ocorrências estão parados, um deles com o pneu furado. Das duas carrocinhas utilizadas para capturar os cachorros, uma delas funciona de forma improvisada.



Os animais apreendidos, a maioria portadora de alguma doença, ficam misturados e recebem os atendimentos dentro da jaula. “Esses são os maiores problemas enfrentados hoje e falta mais alguns materiais para realizar esse trabalho”, completa o diretor do CCZ, Gilvane Dourado.

Segundo o diretor da Divisão de Vigilância em Saúde (Divisa), a demanda de solicitação para busca de animais ultrapassa a capacidade que a carrocinha garante transportar: “Só tem uma gaiolinha que aguenta de quinze a vinte animais. São vinte animais diários, então nós não estamos tendo condições de atender essas solicitações. A gente precisa atender o prédio de uma maneira geral, principalmente os canis. São dezesseis anos que estão deteriorados, com esgoto entupido. Então é preciso fazer esse saneamento para que a gente faça um trabalho de qualidade”, enfatiza o diretor João Alberto Coelho.


Imagem: Reprodução/TV Tapajós



Imagem: Reprodução/TV Tapajós



Imagem: Reprodução/TV Tapajós



F.: Notapajos

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