Governo espanhol reforma prefeituras para economizar
O governo
espanhol anunciou nesta sexta-feira uma reforma no funcionamento de suas
prefeituras que inclui deixar sem salário 82% dos vereadores e aos
prefeitos das pequenas cidades para economizar mais de 7 bilhões de
euros até 2015.
É 'uma reforma racionalizante e de economia dos gastos públicos' cujo
'impacto econômico total será de 7,129 bilhões de euros no período
2013-2015', anunciou o ministro da Fazenda e Administração Públicas,
Cristóbal Montoro, em coletiva de imprensa, após o conselho de
ministros.
'82% dos vereadores realizarão sua atividades políticas sem cobrar' e os prefeitos das cidades de menos de mil habitantes também, informou.
'Os prefeitos das grandes cidades poderão cobrar, no máximo, o salário de um secretário de Estado', afirmou o ministro.
Com esta reforma, que ainda deve ser examinada pelo Conselho de Estado, o governo conservador de Mariano Rajoy pretende 'esclarecer competências municipais para evitar duplicidades' com os governos autônomos das 17 regiões e os conselhos municipais, acrescentou.
Trata-se em particular de redistribuir os executivos regionais algumas competências nos setores da educação, saúde, os serviços sociais e a habitação.
Segundo os objetivos apresentados pelo ministro da Fazenda, dividir mais claramente as responsabilidades entre autoridades locais permitirá economizar 2,232 bilhões de euros e 'reduzir duplicidades' aportará mais 3,282 bilhões de euros.
'Não se trata de reduzir as competências dos municípios, mas sim de reordená-las', afirmou Montoro.
Atingida por um desemprego recorde (26,02%), a Espanha empreendeu um histórico esforço de austeridade para reduzir seu déficit público, que em 2011 disparou até 9,3% do PIB.
Entre aumentos de impostos e cortes orçamentários, o governo de Rajoy prevê um ajuste de 150 bilhões de euros entre 2012 e 2014.
'82% dos vereadores realizarão sua atividades políticas sem cobrar' e os prefeitos das cidades de menos de mil habitantes também, informou.
'Os prefeitos das grandes cidades poderão cobrar, no máximo, o salário de um secretário de Estado', afirmou o ministro.
Com esta reforma, que ainda deve ser examinada pelo Conselho de Estado, o governo conservador de Mariano Rajoy pretende 'esclarecer competências municipais para evitar duplicidades' com os governos autônomos das 17 regiões e os conselhos municipais, acrescentou.
Trata-se em particular de redistribuir os executivos regionais algumas competências nos setores da educação, saúde, os serviços sociais e a habitação.
Segundo os objetivos apresentados pelo ministro da Fazenda, dividir mais claramente as responsabilidades entre autoridades locais permitirá economizar 2,232 bilhões de euros e 'reduzir duplicidades' aportará mais 3,282 bilhões de euros.
'Não se trata de reduzir as competências dos municípios, mas sim de reordená-las', afirmou Montoro.
Atingida por um desemprego recorde (26,02%), a Espanha empreendeu um histórico esforço de austeridade para reduzir seu déficit público, que em 2011 disparou até 9,3% do PIB.
Entre aumentos de impostos e cortes orçamentários, o governo de Rajoy prevê um ajuste de 150 bilhões de euros entre 2012 e 2014.
Comentários
Postar um comentário