Denuncia: faltam de vigias nas escolas estaduais
Servidores da educação pedem solução para a falta de vigilância nas escolas estaduais de Santarém. Em algumas unidades, a ausência de vigilantes, deixa alunos e professores desprotegidos.
O problema começou depois que a Secretaria de Educação do Estado diminuiu a carga horária dos vigilantes de 40 para 20 horas semanais. Por causa das mudanças, algumas escolas chegam a ficar um dia ou fins de semana inteiros sem segurança no portão principal.
“Querendo ou não a presença de um vigia acaba inibindo a ação de alguns elementos a vir a escola e tentar adentrar. Como já ocorreu”, afirma o professor Ronei Oliveira.
Segundo os servidores, a situação é ainda pior para escolas onde a população de alunos é grande. Na escola estadual Rio Tapajós, por exemplo, são mais de 2.400 alunos, em três turnos e apenas três vigias.
Para amenizar o problema, a própria diretoria da escola tomou uma providência e solicitou aos profissionais de outros setores, como da secretaria, que deem apoio na segurança da instituição.
A vice-diretora da escola Rio Tapajós, Eliana Maia, defende que o local precisa de mais segurança e não de redução no quadro de funcionários. “A nossa situação exigiria que fossem mais de dois vigias por turno. Se a gente fica sem, com certeza a escola fica vulnerável”, explica.
A diretora da 5ª Unidade Regional de Educação (URE), Gloria Maria, que assumiu recentemente o cargo, informou que a segurança nas escolas será priorizada e que vai solicitar ao governo mais investimentos para resolver o problema.
Fonte: Notapajos
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