Assalto na praia do Maracanã
Um
assalto que aconteceu na tarde de domingo, 13, no “Restaurante
Piracaia”, na Praia do Maracanã, em Santarém, Oeste do Pará,
proporcionou momentos de pânico a banhistas, consumidores e donos de
barracas. Segundo testemunhas, cinco pessoas fortemente armadas
adentraram no Restaurante e após ameaçar os consumidores, roubaram a
quantia de cerca de R$ 4 mil em espécie, além de telefones celulares.
Depois de empreender diligências no local, policiais do Grupo Tático
Operacional (GTO) prenderam um homem acusado de participação no assalto.
Alex Viana Gomes, 18 anos, foi preso e encaminhado para a 16ª Seccional
da Polícia Civil. Após prestar depoimento ao delegado plantonista, Alex
foi recolhido a Central de Presos Provisórios da Susipe, onde aguarda
posição Judicial.
De acordo com os investigadores, Alex já teve várias passagens pela
Delegacia ainda quando era menor de idade. Ele também é irmão dos
presidiários Lota e Lotinha.
O delegado Luís Paixão, que preside o inquérito, reforça que a Polícia
Militar efetuou a prisão de um componente da quadrilha de 5 elementos
que chegaram na Praia do Maracanã e realizaram o assalto. O Delegado
garante que o irmão do Lotinha foi quem anunciou o assalto, além de
ameaçar as pessoas, onde juntamente com seus comparsas subtraíram a
quantia de R$ 4 mil, mais celulares, câmeras digitais, dentre outros
pertences pessoais.
“Com a arma engatilhada ele (Alex) ameaçou as pessoas. A quadrilha
colocou algumas pessoas em cárcere privado e se evadiu do local”,
explica Dr. Luís Paixão.
Logo após o delito, segundo o delegado Paixão, a Polícia foi ativada via
Ciop e saiu a campo. Em uma das buscas, homens do Tático informaram que
viram dois rapazes caminhando na rodovia Fernando Guilhon, que quando
notaram a presença da Polícia correram. Durante a perseguição policial
um dos elementos foi preso.
“Era o irmão do Lotinha que tinha feito as ameaças e o assalto no
Restaurante Piracaia. Ele estava com a arma que foi apreendida pela
Polícia. Alex já está preso e aguarda posição judicial”, destacou o
delegado Luís Paixão.
Fonte: O Impacto

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