MP-GO quer mais fiscalização em boates de Goiânia
O documento também pede a interdição dos estabalecimentos que estejam funcionando sem licença ou fora do previsto. A promotora Alice de Almeida Freire, que assina a recomendação, pede para que seja informada a quantidade de estabelecimentos licenciados na capital goiana e quantos estão com as licenças vencidas. Ela também pede cópias das autuações ou notificações que tenham sido lavradas no município.
Além da tragédia na boate em Santa Maria, a promotora também baseou sua recomendação em uma matéria do jornal O Popular, de Goiânia, publicada nesta segunda-feira (28/1), que aponta falhas na fiscalização de estabelecimentos e a possibilidade de que alguns estejam em situação irregular.

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