MP e governos definem estratégias para conflitos em áreas rurais
Representantes do Ministério Público do Pará (MPE/PA) e do governo de Juruti se encontraram na última terça-feira (15) em uma reunião de trabalho que ocorreu na sede do Ministério Público, em Belém.
Durante a reunião, foram debatidas estratégias de ação para resolver a
questão da regularização fundiária nas áreas rurais localizadas na
região oeste paraense.
“O governo do estado do Pará cumprirá o decreto nº 2.347/2010 de
criação do projeto estadual de assentamento Agroextrativista (Paex)
Gleba do Curumucuri e prosseguirá com os trabalhos para conclusão do
Paex da Gleba Mamuru”, disse a promotora de justiça Lilian Regina
Furtado Braga, acerca da principal decisão tomada no encontro do Grupo
de Trabalho Interinstitucional (GTI).
O Grupo de trabalho interinstitucional (GTI) é constituído por
representantes do Ministério Público estadual (MPE), Instituto de Terras
do Pará (Iterpa), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema),
Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor) e Procuradoria
Geral do Estado (PGE).
Segundo o MP, a decisão beneficia 2.082 famílias de pescadores,
agricultores e extrativistas que vivem nessas áreas, sendo 1.282
famílias da Gleba do Curumucuri e 300 famílias da Gleba Mamuru. A gleba
do Curumucuri é a maior área perfazendo mais de 123 mil hectares.
Na avaliação do Diretor Jurídico do Iterpa, Márcio Mota Vasconcelos, é necessária uma ação imediata para atender as comunidade rurais que vivem sem segurança jurídica. “O papel dos órgãos junto ao GTI Sema, idelfor e PGE é fundamental para resolver essa questão”. Vasconcelos disse ainda que hoje existem mais de 15 mil estudos para concessões e demarcações para áreas quilombolas, assentamento para extrativistas, compra e doação de áreas rurais.
Na avaliação do Diretor Jurídico do Iterpa, Márcio Mota Vasconcelos, é necessária uma ação imediata para atender as comunidade rurais que vivem sem segurança jurídica. “O papel dos órgãos junto ao GTI Sema, idelfor e PGE é fundamental para resolver essa questão”. Vasconcelos disse ainda que hoje existem mais de 15 mil estudos para concessões e demarcações para áreas quilombolas, assentamento para extrativistas, compra e doação de áreas rurais.
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