À Justiça, vítima confirma abuso sexual e diz que temeu ser morta por pastor Marcos

- O pastor Marcos Pereira da Silva durante culto
A depoente disse que não o denunciou por ter medo de ser morta a mando dele e também por temer deixar a igreja e ir para o inferno.
Além dela, foram ouvidas três testemunhas de acusação, que afirmaram ter sofrido abuso por parte do pastor quando ainda eram membros da igreja. Duas eram menores de idade na época dos crimes e algumas relataram terem sido obrigadas a participar de orgias.
A defesa ouviu duas testemunhas: a secretária da igreja e uma frequentadora. Segundo o TJ-RJ, a secretária afirmou que a vítima do processo parecia viver bem e feliz quando morava na igreja e ambas declararam desconhecer qualquer fato que desabonasse a conduta do pastor.
No interrogatório, Marcos Pereira voltou a responsabilizar os membros do ONG Afro-Reggae de convencerem as testemunhas a depor contra ele, negando todas as acusações de abuso sexual. Agora o processo entrará na fase de alegações finais e depois de sentença.
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