Homem que se encontra em programa de proteção a testemunhas é condenado
Em
julgamento realizado da última segunda-feira, 6/5, o Tribunal do Júri
de Brasília condenou a seis anos de reclusão João Marques dos Santos por
um homicídio (art. 121 caput do Código Penal) praticado em 2003. O réu
chegou a ser ouvido como testemunha em processo no qual o empresário
Nenê Constantino responde por ser supostamente o mandante da tentativa
de homicídio de seu ex-genro, em 2008.
A
pena imposta hoje a Marques deve ser cumprida em regime inicial
semiaberto e o réu, que se encontra no Programa de Proteção a Vítimas e
Testemunhas depois de haver sofrido atentado em fevereiro de 2011, tem o
direito de recorrer da sentença em liberdade. Os fatos pelos quais foi julgado nesta segunda-feira ocorreram em 7 de setembro de 2003, no Setor de Clubes Esportivos Sul.
João
Marques foi pronunciado por haver, juntamente com seu irmão Aderaldo
Marques dos Santos, supostamente desferido disparo de arma de fogo em Manoel Deodatodo Nascimento,
causando-lhe a morte. O crime teria sido perpetrado em decorrência de
vingança contra a vítima que teria furtado objetos da casa de João.
Aderaldo
foi acusado de ordenar a uma segunda vítima que se deitasse no chão
para em seguida desferir-lhe golpes com uma barra de ferro. Este segundo
agredido conseguiu fugir correndo em direção a um clube situado nas
proximidades. O processo foi desmembrado em relação ao réu Aderaldo e
apenas João Marques foi julgado hoje.
Processo nº 2004.01.1.005107-2
Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios
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