Ministério Público discute internação de adolescentes usuários de drogas
Na
última segunda-feira, dia 23, os promotores
dePDIJ-Usodesubstânciaspsicoativas12 Justiça de Defesa da Infância e da
Juventude (PDIJ), se reuniram com conselheiros tutelares de Brasília e
representantes da Secretaria de Estado da Criança do DF para discutir a
problemática da internação psiquiátrica de adolescentes devido a uso de
substância psicoativa. Durante o encontro, foram abordadas situações
práticas do dia a dia dos atendimentos, a fim de discutir sobre o
encaminhamento à internação de adolescentes por drogadição.
O
documento elaborado pela Promotoria para subsidiar a reunião, abordou
tópicos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Lei
10.216, de 6 de abril de 2001, que dispõe sobre os direitos das pessoas
acometidas de transtorno mental.
De
acordo com os promotores de Justiça, é importante esclarecer às
famílias que uma internação é resultado de um diagnóstico e de um
encaminhamento médico, ou seja, a internação é um ato eminentemente
médico. A promotora de Justiça Fabiana de Assis ressalta que a ansiedade
dos familiares faz com que eles procurem os Conselhos Tutelares sem
terem buscado atendimento. “Internar o adolescente não é uma decisão do
Conselho Tutelar, do juiz ou do promotor, é uma decisão do médico”,
esclareceu.
Fonte: Ministério Público do Distrito Federal
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