Crime no Parque - Juiz autoriza quebra de sigilo bancário da vítima


O juiz do Tribunal do Júri de Brasília deferiu, na última quarta-feira, 10/4, pedido formulado pela autoridade policial da 1ª Delegacia de Polícia do DF, de quebra do sigilo de dados bancários de Christiane Silva Mattos, morta no dia 28 de março. O pedido tem o propósito de dar prosseguimento às investigações do crime. Ao formular a representação, a polícia salientou que “a medida se faz necessária porque o investigado, em depoimento filmado com o seu consentimento, declarou que ‘obteve da vítima a senha e o cartão de débito do Banco de Brasília - BRB, com o qual realizou saques na data do crime e no dia posterior”.


De acordo com a Decisão Interlocutória, “deve ser apurado, entre outros aspectos, se realmente o investigado utilizou-se do cartão bancário da vítima para realizar saques em dinheiro em caixas eletrônicos”. “No caso vertente, a medida em apreço tem por objetivo colher elementos em inquérito policial que apura eventual crime de homicídio, ao qual a pena prevista é de reclusão. Assim, tenho a medida como adequada”, explica o magistrado.

No dia 2/4, a Justiça autorizou a quebra de sigilo de dados telefônicos de  Walisson Santos Lemos, que está sendo investigado pelo homicídio da professora, supostamente abordada por ele no estacionamento de um shopping da Asa Sul e levada até o Parque da Cidade, onde teria sido morta.

Processo nº 2013.01.1.040711-8

Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios

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