Planejamento estratégico do Judiciário será discutido em grupos de trabalho
O
planejamento estratégico do Judiciário para o período entre 2015 e 2019
será discutido em grupos de trabalho. Os comitês e subcomitês foram
criados na manhã de sexta-feira (14/6) no I Encontro de Trabalho para a
Revisão do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário, promovido pelo
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Brasília/DF. Cada segmento da
Justiça terá um comitê para organizar as discussões. Subcomitês
regionais também serão criados para dar sequência à elaboração do
planejamento estratégico, iniciado nesta semana.
Para
compor o comitê gestor nacional, o TRT da 12ª Região representará a
Justiça do Trabalho, os TREs de Minas Gerais e Pernambuco representarão a
Justiça Eleitoral; os tribunais de Rondônia e Pernambuco representarão a
Justiça estadual e o Tribunal da Justiça Militar do Rio Grande do Sul, e
o Superior Tribunal Militar, a Justiça Militar.
Um
primeiro esboço dos temas para o planejamento estratégico deve estar
pronto até 5 de julho e ser aprovado pelos participantes do VII Encontro
Nacional do Poder Judiciário, previsto para novembro. Alguns temas,
porém, já são consenso entre os segmentos do Judiciário: o combate à
improbidade administrativa e à corrupção, estratégia de atuação com
grandes litigantes, execução fiscal e não fiscal e inovação tecnológica.
A
descentralização do processo tem por objetivo levar em conta as
peculiaridades de cada corte, de acordo com o juiz auxiliar da
Presidência do CNJ Clênio Schulze, que destacou a representatividade da
audiência presente ao evento. “Tivemos a participação de todos os
tribunais no I Encontro de Trabalho para a Revisão do Planejamento
Estratégico do Poder Judiciário. Alguns enviaram até mais de um
representante”, disse o magistrado.
Segundo
o diretor do Departamento de Gestão Estratégica (DGE), Ivan Bonifácio,
há uma mudança de cultura institucional em curso nas cortes brasileiras.
“O conceito que estamos propondo aos tribunais é governança
colaborativa. Precisamos que os tribunais sejam responsáveis por
elaborar e executar suas próprias estratégias de atuação”, disse.
Fonte: Conselho Nacional de Justiça
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