MPE ajuiza 162 ações e cobra mais de 82 milhões de reais sonegados dos cofres públicos
Débitos fiscais referem -se ao período 2011 a
2013 e somam R$82.6665.771,67 concernentes a 162 ações ajuizadas pelo
MPE. Detalhe: somente no 1º Quadrimestre de 2013 já são mais de 72
milhões sonegados e 108 denúncias ajuizadas pela Promotoria de Justiça
de Crimes Contra a Ordem Tributária do MPE contra os sonegadores do
erário.
O
Ministério Público Estadual (MPE), através da Promotoria de Justiça de
Crimes Contra a Ordem Tributária (PJCCO), ingressou com 162 ações no
judiciário no intuito de reaver esse valores sonegados ao erário
estadual.
Segundo
o promotor de Justiça, Francisco de Assis Santos Lauzid: esse é o
montante apurado de débitos fiscais que foram sonegados no período de 2011 a 2013 - 1º quadrimestre.
A
Promotoria de Justiça afeta aos crimes contra a ordem tributária já
denunciou os casos à justiça, assim distribuídos no ano de 2011 foram 7
ações ajuizadas sendo o montante cobrado de R$2.743.780,12; no ano de
2012 foram 47 ações ajuizadas e o montante cobrado de R$7.076.887,20 e,
no 1º quadrimestre foram 108 ações ajuizadas sendo o montante apurado
devido de R$72.945.104,35.
Num
comparativo com os anos de 2011 e 2012, o ano de 2013, neste primeiro
quadrimestre, apresentou um acréscimo quanto aos valores sonegados e
denunciados, um montante pouco superior a 10%, acrescentando que esses
dados se referem ao primeiro quadrimestre de 2013.
ACORDO
- “O Acordo de Cooperação Institucional entre o MP e a Sefa só foi
publicado em 26/3/2012, e os módulos do Siat/Sefa para acompanhamento
dos PATs e ofertamento das denúncias só foram efetivamente
disponibilizados à PJCCOT no segundo semestre de 2012, portanto, o
cotejo entre a significativa produção persecutória efetivada pela
PJCCOT, apenas no primeiro quadrimestre de 2013 e a baixa produtividade
dos anos de 2011 e 2012 evidencia a necessidade da continuidade e do
aprimoramento desse intercâmbio para viabilizar e otimizar a persecução
dos crimes contra a ordem tributária”, explicou o promotor de Justiça,
Francisco Lauzid.
Fonte: Ministério Público do Pará
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