MP denuncia 1.800 processos de interdição pendentes por falta de exames


O Ministério Público do Estado do Ceará, através de seis promotores de Justiça de Família, ingressou, uma ação civil pública junto à 8ª Vara da Fazenda Pública, com a finalidade de que o Estado supra deficiência no serviço de exames de interditandos no Fórum Clóvis Beviláqua.


Segundo o promotor de Justiça Raimundo Araújo, esta tarefa era cumprida por um médico que veio a aposentar-se no início deste ano. Atualmente, afora os casos de dispensa da perícia por mera deliberação do Ministério Público e dos juízes de Família, existem, aproximadamente, 1.800 casos de processos pendentes por falta dessa diligência.

De acordo com o representante do MP, a maioria destes processos envolve pessoas pobres na forma da lei, que procuram a Justiça para obtenção de benefícios previdenciários de pequena monta. No momento, os autores da ação aguardam um pedido de liminar incidental ajuizado em cumulação com a demanda.

Fonte: Ministério Público do Ceará

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