Desenvolvimento Econômico rejeita aumento de tributos para cigarro e bebidas
A
Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou na
quarta-feira (5) proposta que aumenta a carga tributária de cigarros e
bebidas alcóolicas. A proposta (PL 3517/12), de autoria do deputado
Júlio Campos (DEM-MT), eleva em 10% as alíquotas da Contribuição para
Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e das contribuições para os
Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor
Público (PIS/Pasep).
De
acordo com o relator, deputado Vinicius Gurgel (PR-AP), os aumentos de
alíquotas podem ser contraproducentes do ponto de vista econômico a
partir de determinado patamar. Ele argumenta que “a elevação da carga
tributária pode produzir evasão ou estímulo às atividades informais,
gerando perda de receita”.
Gurgel
ainda ressalta que, atualmente, a carga tributária imposta aos cigarros
é de 72% do preço do produto. No caso das bebidas, de 76,6% para a
cachaça, de 62,2% para o chope e de 55,6% para a cerveja.
Tramitação
Em
caráter conclusivo, o projeto segue para análise das comissões de
Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Câmara dos Deputados Federais
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